quarta-feira, 25 de outubro de 2017

Alimentos que aumentam a resistência

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A  gente sabe como a baixa resistência nos nossos pequenos acaba afetando diretamente a saúde deles.
Ficamos sempre alertas para saber como vai estar o tempo, se precisamos ou não agasalhar e assim vai.
Como podemos então tentar amenizar esse quadro?
Sabemos que as frutas e vegetais contem vitaminas, precisamos então montar um prato  bem equilibrado.
"Os alimentos são ricos em vitaminas, minerais e outras substâncias que auxiliam na manutenção do sistema imunológico", afirma Ioná Zalcman, mestre em nutrição pela Universidade Federal de São Paulo. De acordo com a nutricionista, atingir a recomendação diária de consumo de frutas e vegetais já garante uma defesa melhor. "O consumo deve ser de cinco porções por dia: três frutas e dois vegetais", completa.
Abaixo tabela dos alimentos e suas vitaminas
Vitamina C 
Aumenta a produção das células de defesa, que tem efeito direto sobre as bactérias e vírus aumentando assim a sua  a resistência a infecções.
Goiaba, pitanga, agrião, caju, espinafre, fruta- do- conde, melão, frutas cítricas(Kiwi, limão, acerola, bergamota, laranja, abacaxi), couve, brócolis, tomate, pimentão amarelo.Condimentos:açafrão, coentro, cravo-da-índia, gengibre, páprica, salsa e tomilho.
Vitamina E
Atua  em conjunto com as vitaminas A e C e com o mineral selênio, agindo como antioxidante(o que retarda o envelhecimento)
Germe de trigo, óleos de soja, arroz, algodão, milho e girassol, abacate, gema de ovo, vegetais folhosos (rúcula, couve, folha de brócolis, folhas de beterraba), cenoura, e chuchu. Condimentos: Açafrão, louro, manjericão manjerona, orégano e pimenta.
Vitamina A
Tem ação antiflamatória
Cenoura, abóbora, fígado, espinafre cozido, melão, brócolis, mamão, manga, aspargo, pêssego, beterraba, alho, alho poro, broto de bambu, lentilha, melancia, banana, caqui, gema de ovo, damasco, cereja.Condimentos: alecrim, chili, coentro, cravo-da-índia,louro, manjericão, manjerona,pimenta e sálvia.
Vitamina B6
Aumenta a imunidade geral do organismo. 
Levedo de cerveja, lentilha, arroz integral, semente de girassol, soja, germe de trigo, banana, cenoura, abacate, melão, vísceras, peixe,frango, gema de ovo, nozes. Condimentos: Alho,cebola, chili, contro, estragão, gengibre, manjericão, manjerona, orégano, páprica, pimenta e sálvia
Selênio (Se)
Antioxidante, imunoestimulante, desintoxicante e antiinflamatório.
Frutos do mar, alho, cebola, milho,cereais integrais (aveia, quinua) cogumelo,levedo cerveja, castanha do pará, ovos caipira.Condimentos: alho, coentro, gengibre e salsa
Zinco (Zn)
Atua na reparação dos tecidos e na cicatrização de ferimentos.
Aveia, ostra, leite, gema, frutos do mar, espinafre, sementes de girassol, cogumelo, gengibre. Condimentos: cominho, gengibre, manjericão e papoula.
Ômega-3
Auxilia as artérias a permanecerem longe de inflamações, ajudando a imunidade do corpo
Azeite e salmão  Fonte
Agora uma última dica da minha mãe !!!  Quanto mais colorido o prato maior é a diversidade de vitaminas e minerais.
Beijos   Simone Santiago Marques

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Prêmio Claudia reconhece o trabalho da primeira repórter brasileira com síndrome de Down


Fernanda Honorato brilhou na noite de segunda-feira, 2, durante a 22ª edição do Prêmio Claudia.
A jornalista é a primeira repórter com síndrome de Down do país e foi agraciada na categoria Trabalho Social.
“Agradeço pela oportunidade e por colocarem uma mulher com deficiência intelectual em um prêmio tão importante”, declarou a comunicadora, que subiu ao palco emocionada pelo reconhecimento.
A profissional concorreu com Gina Ponte, educadora que criou um projeto para ampliar o conhecimento dos alunos sobre o papel e a força da mulher, e Karine Vieira, assistente social que ajuda pessoas recém-egressas do sistema penitenciário a conseguir emprego.
Fernanda tem Marília Gabriela como musa inspiradora e sempre conta que quando criança brincava de entrevistar seus familiares.
Em 2006, foi descoberta enquanto dançava em uma boate e passou a integrar o time do ‘Programa Especial’, da TV Brasil, tornando-se a primeira repórter com deficiência intelectual do país.
“Gostaria de agradecer a pessoa que abriu a porta para mim e colocou uma pessoa com síndrome de down para ser repórter. Queria, também, dedicar o prêmio às outras candidatas. Se eu sou o que sou, devo às pessoas que acreditaram no meu sonho de romper barreiras”, disse.
Fernanda acredita que o reconhecimento abre muitas oportunidades de informação e tecnologia para a inclusão de pessoas. fonte
Linda !!!  Beijos  Simone Santiago Marques

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Loja gaúcha usa modelo com síndrome de Down em coleção infantil


Não é novidade que as marcas têm usado modelos com diferentes características e tipos físicos para tornar suas campanhas mais inclusivas.
Agora foi a vez das Lojas Renner escolherem uma princesa com  síndrome de Down, como modelo da coleção infantil. A repercussão nas redes sociais foi superpositiva.
A primeira foto da campanha postada no Instagram da marca gaúcha teve mais de 20 mil curtidas.
Os comentários incluem diversas mensagens de parabéns e agradecimento pela iniciativa.fonte
Que linda !!!  Beijos  Simone Santiago Marques

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

Dicas para ensinar alunos com Síndrome de Asperger


Modelar interações bidirecionais e treinar
As crianças com síndrome de Asperger fazem parte do Transtorno do Espectro Autista – TEA e precisam aprender reagir e relacionarem com as pessoas para adquirirem um repertório de habilidades sociais.
Precisam aprender dialogar, evitando agressões e palavras inadequadas. Ensinar o que e quando dizer é importante, bem como aprender a relacionar-se em atividades em grupo, tais situações devem ser incentivados para evitar o isolamento comum nessas crianças.
Enfatizar as habilidades escolares
É importante situações cooperativas onde suas habilidades de leitura, vocabulário, memória e outras sejam vistas como interessantes pelos colegas, aumentando dessa forma sua aceitação.
Gama restrita de interesses
Essas crianças costumam focar seus interesses em um único tema. Por isso, devem ser incentivadas para que possam se envolver com outros assuntos e conteúdos diversos na escola, embora seus interesses específicos também possam ser incentivados, para sua autossatisfação e aprofundamento contextualizado. Suas preferências também podem ser utilizadas para ensinar outros temas, como usar o interesse restrito de dinossauros, para ensinar história, geografia, etc.
Oferecer rotinas diárias consistentes
A criança precisa entender cada rotina do dia e saber o que a espera, para poder se concentrar nas tarefas. Mudanças repentinas levam ao stress, raiva, medo e explosões que precisam ser evitadas. É importante ensinar regras para a criança se controlar.
Proteger a criança de ser importunada
Elogiar os colegas quando o tratarem com jeito pode evitar que ele seja sempre acusado pelo que os outros fizerem, ao mesmo tempo em que promove empatia e tolerância nas outras crianças.
Sistema Amigo
O apoio dos colegas, principalmente daqueles mais sensíveis, pode ajudar, não apenas na classe, mas em outros locais onde costumam se encontrar.
Fuga do mundo real
Os professores e pais devem procurar sempre trazer essas crianças do seu mundo de fantasias e imaginação para o mundo real, fazendo com que se sintam menos afastadas e menos diferentes dos colegas da escola e das outras pessoas.

Fraca coordenação motora

As dificuldades para praticar esportes devem ser respeitadas, pois não adianta forçar uma atividade que elas não conseguem desenvolver com a mesma facilidade que as outras crianças. O esporte deve ser incentivado, mas não de forma competitiva.
Incentivo para um comportamento melhor
Incentivar e premiar os resultados de um comportamento mais adequado também funciona, pois o agitado pode receber alguma compensação quando ficar mais calmo, ou o tagarela, quando parar de falar por alguns momentos, ou quando fizer a tarefa normalmente, como os outros fazem.  
Concentração fraca
A baixa concentração exige um esforço maior de pais e professores. Sentar a criança na frente, de preferência junto com outros alunos com quem se entende melhor, fazer perguntas para que ela não desvie a atenção, dividir o assunto em sub temas, usar recursos materiais e tecnológicos ajudam no aprendizado.
Vulnerabilidade emocional
Pais e professores devem ficar atentos para perceber se a criança apresenta comportamento diferente que pode indicar estado de depressão.
Comportamentos como desânimo, isolamento, ausência de stress (desmotivação), choro, são sinais que indicam essa situação que a criança quase sempre nega e procura esconder de todos.
Neste momento é importante buscar ajuda de uma psicóloga para a criança com TEA ou com síndrome de Asperger possa ser compreendida e tratada terapeuticamente.  fonte
Marina S. R. Almeida
Consultora Ed. Inclusiva, Psicóloga Clínica e Escolar
Neuropsicóloga, Psicopedagoga e Pedagoga Especialista
CRP 41029-6
INSTITUTO INCLUSÃO BRASIL
(13) 34663504
Jacob Emmerich, 365 sala 13 – Centro – São Vicente-SP

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

A educação inclusiva para crianças com autismo na cidade de Nova Iorque, EUA


Um modelo de educação inclusiva atualmente aplicado em cerca de 40 escolas públicas na cidade de Nova Iorque, nos Estados Unidos, vem chamando atenção internacional da comunidade de pessoas ligadas a crianças com autismo. É o “ASD Nest Program”, em tradução livre “Programa Ninho para Pessoas no Espectro do Autismo”.Educação inclusiva - crianças com autismo
Neste modelo, as classes Ninho do Ensino Infantil ao Ensino Médio têm até 4 estudantes com autismo e, dependendo do ano escolar, de 8 a 20 estudantes com desenvolvimento típico. Para a criança com autismo participar das classes deste programa, ela precisa apresentar alto desempenho e ser capaz de participar das tarefas daquele ano/série escolar.
As classes Ninho contam com dois professores, um professor com formação em Pedagogia e outro em Educação Especial. Nestas classes, não há um profissional mediador. Ambos professores recebem treinamento especializado para o processo de ensino-aprendizagem de estudantes com autismo. Treinamento e contínua orientação são oferecidos aos professores pela equipe da New York University (NYU) e da Hunter College. No dia a dia da sala de aula, os dois professores dividem as responsabilidades de planejamento de aula e de instrução dos estudantes, trabalhando em colaboração constante. Um currículo especializado de habilidades sociais e funções executivas é inserido no conteúdo programático e aplicado pelos professores junto a todos os estudantes.
Os estudantes também contam com sessões em pequenos grupos com fonoaudiólogos que auxiliam no desenvolvimento de habilidades sociais. Uma equipe multidisciplinar formada por terapeutas ocupacionais, psicólogos e psicopedagogos, entre outros, mantém contato com os professores durante todo o ano e oferece apoio quando necessário.
A parceria com os pais dos estudantes com autismo é estimulada, os pais participam regularmente de reuniões com a equipe da escola e podem manter contato diário com a equipe através de e-mails e anotações na agenda. O programa possibilita uma constante troca de informações sobre os interesses especiais das crianças, suas áreas de força e atuais áreas de dificuldade, assim como a comunicação e padronização de estratégias que beneficiam o bem-estar e o desenvolvimento das crianças na escola, em casa ou nas clínicas. Visitas dos profissionais da escola e da equipe multidisciplinar na casa das crianças fazem parte do programa.
Inclusão escolar - educação inclusiva para crianças com autismoAdaptações do ambiente físico são executadas nas salas de aula para auxiliar a regulação e o conforto dos estudantes, como iluminação natural ou sem o uso de lâmpadas fluorescentes, poucos estímulos visuais nas paredes, uma área de regulação no fundo da sala com objetos de conforto como tapetes emborrachados, pufes e almofadas, e até pedais embaixo das mesas para que as crianças possam pedalar enquanto fazem o trabalho acadêmico.
A valorização das áreas de força e dos interesses especiais da criança é reforçada na rotina diária para promover oportunidades de aprendizagem social, emocional, cognitiva e motora.
Um dos lemas do ASD Nest Program, o qual ilustra sua filosofia inclusiva, é: “Se as crianças não aprendem da forma como nós ensinamos, então nós devemos ensiná-las da forma como aprendem”, Dr. Kenneth Dunn.  fonte
Beijos  Simone Santiago Marques

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Família incentiva jovem com síndrome de Down a empreender em Maceió


Limitação é uma palavra que não faz parte do dia a dia do jovem Felipe Martins, de 27 anos, portador da síndrome de Down.
Com ajuda da família, ele decidiu montar seu carrinho de cachorro quente e vender o lanche na orla de Maceió.
A inauguração do Hot Dog do Lipe aconteceu no dia 10 de setembro na Rua Fechada, que fica na orla da Ponta Verde, em Maceió.
Com molhos especiais e uma salsicha bovina, os 100 cachorros quentes que ele levou foram vendidos rapidamente.
O preço varia de R$ 10 a R$ 12, e quem quis provar, precisou enfrentar fila. “Foi maravilho, legal. Eu sonhava com isso, era isso que eu queria fazer”, comemora Lipe.
Faltando poucos meses para se formar em gastronomia, Lipe pretende seguir caminho contrário da maioria dos colegas de classe que querem ser chefes e afirma que vai continuar empreendendo.
É que depois do sucesso do dia 10, o jovem está empolgado com as vendas dos cachorros quentes gourmet e garante que todo domingo vai bater ponto na orla para fazer a alegria dos famintos. “Quero vender cachorro quente”, garante o aprendiz de cozinheiro.
Ele ainda não terminou a faculdade, mas assim como os grandes chefes, Lipe tem ajudante de cozinha.
Nos bastidores, tomando conta de tudo, está a mãezona, Kátia Martins. Querendo realizar o sonho do filho e buscando a independência dele, ela cuida de cada detalhe.
“Tudo fazemos juntos. Quanto mais ele se integrar no negócio, melhor.
Ele já faz algumas coisas sozinho, como o molho de queijo. É isso que quero. É o negócio dele, do Lipe. Quero ver essa autonomia dele, que para mim é o mais importante”, contou ao G1. fonte
Adorei !! Beijos   Simone Santiago Marques   

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Pela primeira vez na história, um ator com síndrome de Down ganha o prêmio Ariel, do México


A 59a. edição do Ariel, a mais alta premiação do cinema mexicano, foi um evento sem precedentes. Um ator com síndrome de Down ganhou pela primeira vez o prêmio na categoria de Ator Revelação. 
Paco de la Fuente, de 25 anos, foi premiado por sua atuação no filme “O Alien e eu”, do diretor Jesus Magaña Vázquez. “Eu me sinto emocionado, estou feliz, lisonjeado, porque este é o meu primeiro prêmio da Academia Mexicana de Artes Cinematográficas e Ciências”, disse ele em uma entrevista após o evento.
Em “O Alien e eu”, De la Fuente desempenha Pepe, o novo tecladista de uma banda punk transformada em grupo de música “tecnoanarcumbia”. A chegada de Pepe, que é apelidado de “O Alien” provoca conflitos entre os membros da banda que lutam com seus preconceitos sobre as pessoas com síndrome de Down. O filme será lançado em setembro próximo.
Paco atua desde oito anos de idade. Seus pais o matricularam em uma academia de teatro quando notaram que ele gostava de dançar e cantar. Em entrevista, o mexicano disse que o teatro também ajudou a melhorar suas habilidades de aprendizagem.
Embora não haja muitos atores como ele, Paco dia que tem conseguido se adaptar a esse mundo. “Eu sempre me senti um ator, eu sei que eu sou uma pessoa com deficiência, mas quando meus amigos que me viram dançando ou atuando, gostaram de mim por ser bom nisso”.
 Antes do filme, De la Fuente participou do musical “Hoje não posso me levantar” e em 2010 foi padrinho (embaixador) do time de futebol Santos Laguna.
Outros atores com síndrome de Down também receberam prêmios importantes em diversos países. O primeiro foi o ator belga Pascal Duquenne, em 1996, que recebeu o prêmio de melhor ator no Festival de Cannes pelo filme “O Oitavo Dia”.
 Em 2009, Pablo Pineda recebeu a Concha de Ouro do Festival de San Sebastián (Espanha) pelo seu desempenho nao filme “Yo También”. Ele também foi indicado para o prêmio Goya. No Reino Unido, a britânica Paula Sage ganhou o BAFTA escocês em 2003 por sua atuação no filme “The Afterlife”.
O ator americano Chris Burke, mais conhecido como Corky da série “Life Goes On”, foi nomeado para um Globo de Ouro em 1990 por sua atuação no programa.
O ator brasileiro Ariel Goldberg foi escolhido melhor ator no Festival Brafftv – Brazilian Film & Tv Festival de Toronto, pelo filme “Colegas”, de Marcelo Galvão. Protagonizado por Rita Pokk, Ariel Goldenberg e Breno Viola, o filme, de 2013, recebeu o Prêmio Jovem Brasileiro e foi considerado melhor filme no Festival de Gramado, Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, Festival de Cinema Latino-Americano de Trieste, na Itália e Festival Internacional sobre Deficiência Breaking Down Barriers, na Rússia.  fonte
Beijos   Simone Santiago Marques